Jogadores do Band comemoram vitória fazendo “peixinho” da seleção
Por Isabella Alchorne
O Colégio Bandeirantes venceu a final, no vôlei juvenil masculino, por 2 sets a 0, contra o time do Colégio Magno. As parciais: 22×20 e 21×9.
O primeiro set foi bastante disputado. O Magno chegou até a virar o jogo, porém não foi o suficiente para vencer o set. Já o segundo foi mais tranquilo. A equipe estava muito unida e, também por isso, fez com que o jogo se tornasse mais fácil. Os atletas do Band conseguiram dar várias cortadas e transformar vários saques em pontos.
No fim do jogo, os jogadores copiaram o estilo de comemoração da seleção brasileira de voleibol: deram o clássico peixinho em direção à tocida.
Arqui vence Band e leva bronze
Por Amanda Cestaro e Naomy Stankevicius
Hoje aconteceu a disputa pelo terceiro lugar da categoria mirim de handebol feminino entre Arqui e Band. O jogo terminou com o placar de 19×9 para o Arqui. As jogadoras, tanto do time adversário quanto o da casa, saíram com sorriso no rosto e fazendo brincadeiras entre si.
O clima descontraído se deve justamente a amizade entre as meninas que participaram. As jogadoras Carolina Chung, do Bandeirantes, e Thalita Deak, do Arquidiocesano, disseram estar ansiosas para competirem, já que jogavam juntas no mesmo time pelo Arqui antes de Carolina transferir-se para o Band. “É um campeonato bem legal. Essa é uma boa oportunidade para a confraternização entre os colégios.”, disse Carolina, a respeito do InterBand.
A técnica do Arqui, Renata Ferreira, satisfeita com o título, definiu suas jogadoras como determinadas e afirmou já esperar pelo resultado. “As meninas, treinam juntas há seis anos e estavam bem preparadas, confio no meu time”, disse. E quando questionada a respeito dos seus próximos planos, reponde: “O Nosso objetivo é ganhar a Oliarqui (campeonato semelhante ao InterBand do colégio) e a Liga de Handebol”.
- Carolina Chung e Thalita Deak
- Adversárias se abraçam depois do jogo
- Arqui recebe medalha de bronze
- Jogadora do Arqui ameaça gol bandeirantino
Villare ganha bronze no Mirim
Por Bárbara Ribeiro
A disputa pelo terceiro lugar de handebol mirim masculino entre os colégios Vilare e Móbile começou muito equilibrada e teve altos e baixos. No fim, os jogadores do Villare conquistaram o bronze, com uma vitória de 21×13.
O colégio Villare jogou com uma estratégia de bola muito rápida, já o Móbile, apelou para uma bola muito bem trabalhada, mas com lançamentos fracos.
O goleiro Nicholas Smaal, Móbile, deu um susto logo de início, após defender uma bola muito forte, acabou se chocando com um adversário e se machucando. O técnico, ao ajudar o goleiro, o incentivou a continuar, mas Nicholas alega que a sua motivação maior foi outra: ”O Villare é famoso por ter bolas boas, fortes e no canto. O meu time precisava que eu voltasse, além disso, tinha que defender pela garota que eu amo, a Larissa. Queria ser motivo de orgulho”, confessou. Mesmo com a motivação de Smaal e boas defesas, o time perdeu de 21x 13.
A técnica do Villare, Vanessa Marceli, declara que faltou pouco para concorrerem ao ouro: “Treinamos de segunda e quarta, todos juntos, sempre, e as quadras e o ar seco atrapalhou muito os jogadores. Mas mesmo assim, a maioria deles tem uma base muita boa, já jogavam no pré-mirim, e a experiência ajudou muito, foi assim que chegamos até aqui”, contou.
Arqui vence Gracinha no Hand pré-mirim
Por Anna Gabriela Oliveira e Isabela Sarno Taccolini
Duas tradicionais equipes se enfrentaram nesta sexta-feira no handebol. Arqui e Gracinha, com seus jogadores da categoria pré-mirim, mostraram seus talentos em jogo bem disputado que acabou com a vitória do Arqui por 15×11.
O jogo começou rápido e disputado. Enquanto o Gracinha não fez tantas jogadas em equipe, confiando que um contra-ataque rápido seria mais eficiente, o Arqui, por apostar mais em passes entre seus jogadores, conseguiu furar a defesa do oponente com muito mais facilidade, fazendo com que o primeiro tempo terminasse 9×3.
O intervalo foi momento de concentração, com os jogadores do Gracinha silenciosos e introspectivos. O segundo tempo iniciou-se com um gol do Graças, mas o Arqui revidou com garra, fazendo três gols seguidos e, após alguns minutos, mais três em série. O Graças conseguiu, então, quando o jogo se aproximava do seu décimo minuto, seu quinto gol, que foi seguido por um do adversário e mais dois do Graça
Um dos grandes destaques da partida foi o goleiro do Arqui, Lourenze Mariane, de 12 anos. Ele mostrou talento, apesar de só ter começado a jogar nesse ano. afirmou achar o nível de dificuldade do jogo razoável. “Houve outros mais difíceis” disse. Essa foi a terceira partida que o Arqui jogou no InterBand esse ano. De acordo com Mariane, comparada a contra o Vera Cruz e contra o Magno, foi a partida mais fácil.
Diário de uma campeã: destaque da equipe de hand escreve para o Blog
Por Elis Jazzar
Elis Jazzar está no primeiro ano do ensino médio do colégio Bandeirantes e foi o destaque de sua equipe na final de handebol infantil feminino. O Band venceu o Pinheiro por 12×7, em um jogo disputado. As atletas do Band jogaram com garra, principalmente após lerem uma carta que uma ex-atleta (que se formou no colégio) enviou para motivá-las no jogo da final. Confira a carta clicando aqui. E veja o que a destaque da equipe vencedora tem a dizer sobre a partida:
A gente ganhou o campeonato do Lourenço Castanho semestre passado. Depois dessas férias, várias meninas que foram muito importantes pras nossas vitórias saíram do time, desistiram de jogar na equipe. No inicio do ano eram 14 meninas e só sobraram 8.
Mas a nossa vontade de ganhar, e principalmente o InterBand, era maior que tuuuudo. A gente pediu ajuda pra equipe mirim. A Carolina Chung agora está treinando em dobro só pra termos uma ponta esquerda! A gente queria muito dar o tetra pra Camila, nossa técnica (e ganhar é claro).
Essa final foi suuuper equilibrada com dois ótimos times em quadra. Nós chegamos a conclusão de que o vencedor do jogo seria o time que errasse menos! Mas eu acho que duas coisas foram muito importantes pra nossa vitoria: a vontade de ganhar e a nossa recuperação a cada gol que a gente tomava.
Não abaixamos a cabeça em nenhum momento e isso é fundamental em qualquer esporte. Tendo feito gol ou não nesse ultimo jogo, o time todo ganhou e é campeão. Todas nós fizemos parte dessa vitória que a gente nunca vai esquecer!
Premiação animada
Por Lara Soares de Freitas Deus
As meninas do futsal infantil feminino do Bandeirantes ganharam o jogo final contra o Sagrado Coração de Jesus por 2×1. A equipe se destacou até na cerimônia de entrega de medalhas, quando mostrou muito entusiasmo.
Vencedores da vida
Por Lara Soares de Freitas Deus
A equipe de basquetebol infantil masculino do Bandeirantes recebeu suas medalhas de ouro de um modo especial. Depois de marcar 26 a 18 na Escola Pinheiro, o time foi direto ao pátio, onde encontrou as crianças da ONG V.I.D.A.S. Esta instituição promove o esporte e o lazer para jovens com necessidades especiais.
A fundadora Patrícia Goloni, professora do Bandeirantes, apresentou os projetos que a V.I.D.A.S. oferece e, logo depois, as medalhas foram entregues pelas crianças e jovens do projeto. “Essa foi a premiação mais linda que eu já vi na minha vida”, disse a treinadora de vôlei masculino do Bandeirantes Claudia Cristina Sacardo.
Torcida presente
Público lota as quadras dos jogos que estão acontecendo agora. Band enfrenta Maria Imaculada no voleibol infantil masculino. Já as meninas do futsal infantil do Band estão jogando contra o Sagrado. Confira as fotos:
Pinheiro leva bronze no handebol infantil masculino
Por Caio Dib
Hoje o colégio Pinheiro venceu o Bandeirantes no handebol infantil masculino. O jogo disputado acabou com o placar de 12×10 e rendeu o terceiro lugar ao Pinheiro.
“O time teve boa performance e ouviu minhas orientações”, disse o auxiliar-técnico da equipe vencedora, Leonardo Andrade. No outro lado, o técnico do Band, Luiz Pereira, reclamou do atraso dos atletas ao comparecerem na partida, o que prejudicou o desenvolvimento do jogo.
Ambos os times receberam penalidades que prejudicaram o desempenho na disputa. Os técnicos afirmaram que os jogadores que receberam os famosos “dois minutos” (quando o atleta comete uma falta e deve ficar dois minutos fora da partida) fizeram com que as respectivas equipes perdessem muitas oportunidades. “As saídas temporárias dos atletas fizeram com que a equipe encontrasse dificuldade para virar a partida”, comentou Pereira.
Na equipe vencedora, o destaque foi o capitão, Caio Yudi. Goleiro de handebol há seis anos e único atleta federado da equipe, Yudi defendeu muitos ataques bandeirantinos. Mas reclamou: “faltou ataque da minha equipe”.
Bandeirantes vence basquete mirim por um ponto
Por Ulysses Faria
O Bandeirantes venceu a equipe do Rainha dos Apóstolos na final do basquete mirim masculino por 21×20 e levou o título.
No primeiro tempo, a equipe do Rainha conseguiu dominar o Bandeirantes, que se encontrava taticamente desorganizado. Já no segundo, apesar do Rainha abusar no número de faltas, o Bandeirantes não aproveitou os lances livres. Em um momento de entrega do Band, o jogo foi levado para a prorrogação.
Na prorrogação houve uma superação completa da equipe do Bandeirantes, que, no último segundo, converteu um lance livre, vencendo a partida e levando o título de campeão.
Após o término, o técnico Paulo Godoi, do Bandeirantes, estava visivelmente emocionado. Já a técnica Vânia Amaro, do Rainha, admitiu: “Faltou treinar e aproveitar as oportunidades de ataque”. E criticou a arbitragem. ”Pra eles era só lance livre e, pra gente, só periférica. Mas isso não faria diferença se tivéssemos aproveitado as chances”, finalizou.












































